… estão acontecendo com mais frequencia por aqui e fico muito feliz por isso. Sempre peguei no pé do Jan porque ele quer sempre saber de ir pra farra com os amigos, ensaios com a banda e nós ficamos em segundo plano. Apesar de estarmos apertados de grana… aproveitamos que abriu um sol lindo esse findes e colocamos os pés pra fora de casa rumo ao Parque do Ibirapuera.

Saímos daqui de Arujá às 13h e chegamos lá antes das 15h… até que foi rápido. Mochila com lanches pra não gastar por lá, apenas íamos comprar bebidas. A Nô já estava um pouco impaciente um pouco antes de chegarmmos lá. “Mãe, a gente num chega nunca no parquinho?” Parquinho, porque nós falamos pra ela que era um parque e que tinha parquinho pra ela brincar… Fomos direto pro parquinho… que andamos um bocado pra achar… o parque é muito grande! Aí, nos encostamos… esquecemos de levar uma toalha para estender no chão, mas o gramado é suave e nem tinha formigas… mas como a temperatura aqui em Sampa anda baixa e contando que lá tem muitas árvores, a terra estava bastante fria e eu fiquei deitada com a cabeça no colo do Jan e o braço encostado na terra/grama… meu braço ficou geladão… Lanchamos, comprei um catavento pra Nô (que pedia tudo que via pela frente, é claro), ela e o pai correram atrás de um banheiro… tinha gente demais da conta!!! Gente sozinha, casais ou em família, muita gente passeando com cachorros… de todas as raças possíveis e imagináveis, desde os pequenos fofinhos como o poodle até os grandes fofos como o dalmata ou grandes valentes como pitbulls… muita gente de bike, patins, skate, fazendo cooper, brincando com as crianças, alguns casais homossexuais e uma sem-noção de mini-saia sentada no colo do namorado e ao olhar na direção deles, víamos a calcinha da menina… aff!! Depois de pouco mais de uma hora decidimos sair do parque e caminhar até o lago, andamos, andamos e andamos… fomos até o viveiro achando que encontraríamos alguns animais…. aves talvez, mas descobrimos que o viveiro é de plantas… voltamos pra caminhada… continuamos encontrando gente de todo tipo. A Nô estava louca para fazer carinho em algum cachorro mas num teve coragem de pedir a ninguém… ela ia até a pessoa e desistia. Em um momento deu muita risada porque ela foi até a pessoa, deu meia-volta e voltou dizendo “Ah, hoje não” huahua… ela tem vergonha de abordar as pessoas. Bem… quando já tínhamos decidido ir embora, encontramos o lago e as pessoas estavam jogando pipoca e pão pros patos, a Nô ficou fascinada, peguei o resto de pão que tínhamos e ela se acabou de alimentar os bichos… têm muito lá… patos, gansos e outras espécies. Confesso que fiquei desapontada porque eu esperar ver também algumas tartarugas, mas não tem lá não.


Ficamos um tempão por lá e depois continuamos andando. Como eu já estava cansada de dormir mal esses últimos dias, já estava ficando irritada, mas continuamos a caminhada até encontrar um portão para sair de lá. E caminhamos muito e nada… então encontramos o planetário (lembro que fiquei fascinada quando fui lá quando era criança), conferimos horário de funcionamento. Pretendemos ir um dia para levar a Nô, Jan também ficou interessado, nunca foi!

Aí encontramos um evento chamado “VIVA A MATA” onde estavam acontecendo palestras entre outras coisas. Tinha um casal tirando fotos com um poodlezinho e a Nô finalmente criou a coragem de ir lá fazer carinho. E num é que o casal tirou fotos com ela também… huahua. Foi lá que nós descobrimos que estavam dando mudas de plantas. Passamos o dia vendo pessoas com mudinhas e Jan estava louco por uma…doido pra saber de onde estavam vindo… achamos e ganhamos uma. O cara até ensinou como fazer um vasinho com uma garrafa PET de forma a não precisar regar todos os dias… bem interessante… assim que der tiro uma foto da plantinha.

Essa imagem num é de lá, mas é de uma outra edição do Viva a Mata. Esse SOS estava lá também, mas sem a grama. rsrs
Continuamos andando e encontramos a OCA – onde estava acontecendo uma exposição sobre Mulheres, mas era paga então não entramos.

Nesse momento estávamos muito cansados, a noite já havia caído e nada de encontrarmos uma saída. A Nô num aguentava mais andar, a “filha” que ela levou, pesada, estava cansando e ela e todos nós, irritados, começamos a nos estranhar. Mas passou logo. Depois de muita caminhada, achamos a saída pela qual entramos… sinal de que demos a volta no parque todo! Ufa… atravessamos a passarela e pegamos um bus (o ponto estava lotado, mas com criança é fácil de arrumar lugar). Depois pegamos metrô e outro ônibus… achei que a Nô dormiria logo porque estava muito cansada, mas como comprei um Suflair e ela comeu dois quadradinhos, ficou meio elétrica (Nô num pode com doce que fica ligada no 220V… principalmente chocolate). Demorou um bocado, mas de repente ela desligou… e desmaiou…
Chegamos em casa, pedimos uma pizza pra fechar a noite, brinquei um tiquim com a Nô aqui no PC, Jan assistiu um tiquim de TV e agora eles estão na cama e estou por aqui.
Bom, não tenho anotado acontecimentos diários, mas esse com certeza vai ficar marcado. =)